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quarta-feira, junho 29, 2011

Robert Half divulga pesquisa sobre o mercado de trabalho no Brasil e nas principais economias do mundo

Robert Half divulga pesquisa sobre o mercado de trabalho no Brasil e nas principais economias do mundo

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Estudo exclusivo conta com a participação de 2525 executivos de alta gestão em Recursos Humanos e Finanças responsáveis pelo recrutamento em dez países

São Paulo, maio de 2011 - O primeiro passo para conseguir um emprego ou uma transição profissional começa por um bom currículo, conhecido como o cartão de visitas dos candidatos. Porém, a julgar pelos dados oferecidos pela Pesquisa Internacional de Mercado de Trabalho realizada pela Robert Half, os currículos não têm sido convincentes. O levantamento ouviu 2525 executivos da área de finanças e recursos humanos com responsabilidade de recrutamento no Brasil, Áustria, Bélgica, República Checa, Dubai, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Suíça e Holanda.

De acordo com a pesquisa da multinacional líder mundial em recrutamento especializado, 42% dos entrevistados brasileiros apontam que candidatos exageram nas informações do currículo. Dentre os países pesquisados, Luxemburgo é o que apresenta maior confiabilidade neste documento. Para 72% dos participantes daquele país os currículos refletem exatamente o perfil do profissional.

Os homens brasileiros são mais propensos a confiar nas informações apresentadas pelos candidatos nos currículos. Para 64% ante 54% das opiniões femininas, os currículos refletem exatamente o perfil do profissional. O mesmo acontece quando se analisa a média mundial. Para 49% das entrevistadas de todos os países da amostra, as informações são confiáveis, enquanto a mesma opinião é compartilhada por 54% dos homens.

Falta experiência – Os candidatos têm falhado no momento de passar para o papel as experiências profissionais atuais e anteriores. Este é ponto em que há maior índice de exagero nas informações. O Brasil segue a média mundial com 48% das escolhas neste ponto. Países como Itália e República Checa chegam a exagerar ainda mais neste item do currículo com 52% e 60%, respectivamente. Para os brasileiros da pesquisa, os outros pontos em que os candidatos mais exageram são o conhecimento de línguas (46%) e as razões de deixar o trabalho atual/antigo (42%).

O equívoco dos candidatos se torna ainda maior quando observado o primeiro ponto de atenção dos executivos ao receber um currículo. É exatamente nos trechos sobre experiência profissional, que os entrevistados revelam direcionar o primeiro olhar, segundo 41 % dos participantes. Na contramão, apenas 18% dos austríacos analisa primeiro este item.

Apontada com um dos déficits do mercado de trabalho brasileiro, as qualificações profissionais são o segundo ponto de interesse dos entrevistados do Brasil com 29%. Diferente de todos os pesquisados, na Suíça, 10% dos executivos analisa primeiro a foto do candidato. Já, a média global para este item é de 3%. A formação educacional também possui peso importante na opinião de brasileiros, belgas e holandeses.

Não caia na rede - Mesmo profissionais altamente qualificados com ótimos currículos devem ser cuidadosos na forma como lidam com as redes sociais, principalmente, no Brasil e na Itália. Nos dois países, informações negativas ou fotos inadequadas em sites de relacionamentos como Facebook, Twitter, Orkut, entre outros, podem influenciar na avaliação de um candidato. Para 44% dos brasileiros entrevistados e 41% dos italianos, aspectos negativos nas redes seriam suficientes para desclassificar um candidato no processo de seleção. Na outra ponta, Dubai é o país onde as redes sociais exercem a menor influência na reputação dos candidatos. Para 39% dos participantes deste país, não haveria razão para exclusão.

Diferente de países europeus como República Checa e Alemanha, no Brasil, verificar as referências seja por telefone ou via a rede social LinkedIn é quase uma obrigação para os executivos. Segundo o levantamento, 46% dos entrevistados sempre verificam as referências e outros 43% o fazem apenas para os candidatos já entrevistados. Os checos são os que mais confiam nas referências dos currículos. Para 40% deles, não necessidade de conferir as informações, bem como para 34% dos alemães.

Mais da metade dos homens brasileiros revelam sempre verificar referências dos candidatos. A opção é compartilhada por apenas 41% das mulheres, que por sua vez, preferem checar as referências apenas para candidatos já entrevistados. Entre os checos, ocorre o contrário: 65% dos homens preferem verificar as informações apenas dos profissionais entrevistados versus 56% das mulheres.

Qualidade de vida - Quando o assunto é qualidade de vida, os executivos brasileiros e de Luxemburgo são os mais satisfeitos. Para 36% dos entrevistados do Brasil a qualidade de vida é boa, em Luxemburgo o índice é de 59%. No Brasil, quando somadas as alternativas “boa” e “balanceada” o resultado é de 92% e apenas 8% para opção “pobre”. Na Itália e Holanda há um equilibro e 76% dos executivos de ambos os países consideram a sua qualidade de vida balanceada. Os austríacos são os que julgam ter a pior qualidade de vida. Quase um terço dos entrevistados daquele país considera pobre o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Busca por desenvolvimento - Apesar do grau de satisfação com a qualidade de vida, este fator continua sendo o mais importante quando os profissionais avaliam uma possível transição profissional, se fosse necessário escolher entre duas propostas de emprego com mesma remuneração e pacote de benefícios. A média global para este fator é de 37%. Entre os brasileiros, a principal motivação para a transição de emprego é o desenvolvimento de carreira e maiores responsabilidades para 34% dos entrevistados. Em seguida, os outros fatores mais relevantes no Brasil são qualidade de vida (32%), apoio à formação e aprendizagem (10%) e reputação/marca da empresa (10%). Em comparação, para 27% dos participantes de Dubai a reputação/marca da empresa é o fiel da balança nas transições de trabalho.

As mulheres do Brasil dão mais valor do que os homens ao quesito qualidade da vida. A opção foi escolhida por 35% das entrevistadas e por 27% dos homens brasileiros. As divergências também ocorrem com relação ao apoio à formação e aprendizagem. As mulheres brasileiras, outra vez, são mais propensas a este tipo de benefício do que os homens.

Menos fofoca, menos estresse – A relação entre o estresse no ambiente de trabalho e a fofoca/colegas desagradáveis diferencia o Brasil dos demais países do estudo. De acordo com 60% dos consultados brasileiros, a alternativa fofoca/colegas desagradáveis é que representa a principal razão para o estresse nas corporações do país. Este fator tem peso ainda maior entre as mulheres, já que esta foi a escolha de 66% delas versus 49% dos homens.

Na média global, metade dos entrevistados aponta aumento da carga de trabalho como a principal origem do estresse no trabalho. Para 47% dos brasileiros este é o segundo fator a ser levado em consideração, seguido por pressões desnecessárias do chefe, com 44% das indicações. Um dado curioso é que o Brasil é o único país em que 100% dos entrevistados possuem estresse no trabalho. Aproximadamente um quinto dos participantes da Áustria, República Checa e Dubai, por exemplo, não têm estresse no ambiente corporativo.

Sem papas na língua– A hierarquia no ambiente corporativo deixa de ser uma barreira na comunicação entre subordinados e chefes, pelo menos quando o assunto é qualidade de vida. Os brasileiros se destacam entre os profissionais que mais se sentem confortáveis em lidar o tema com os seus superiores, para 82% dos pesquisados. Em Luxemburgo, Dubai e Bélgica, o relacionamento entre empregados e gestores é ainda melhor. Segundo o levantamento, a República Checa é o único país em que a maioria se sente desconfortável em falar sobre qualidade de vinda com os chefes.

Se no Brasil, homens e mulheres pensam da mesma forma sobre discutir questões de qualidade de vida com os chefes, na França a situação é diferente. Apenas 69% das mulheres francesas se sentem à vontade para abordar o assunto, enquanto 85% dos homens não teriam problemas. O caso francês reflete o que acontece na maioria dos países. Na média global, apenas 19% dos homens não se sentem confortáveis versus 29% das mulheres.

Sede por gestão de talentos – Metade dos participantes brasileiros aponta que suas empresas possuem um programa de gestão de talentos ativo, enquanto na média mundial 52% afirmam não possuir um programa efetivo. Apesar do resultado acima, as empresas brasileiras, segundo três quartos dos entrevistados do país percebem uma crescente demanda por gestão de talentos. Entre os checos há o inverso: apenas 22% percebem demanda crescente por gestão de talentos de suas empresas. Dubai, Bélgica, Itália Holanda se somam a Brasil com a maior parte de seus entrevistados indicando por aumento crescente desta demanda.

Em todos os países, o momento mais provável para ser questionado sobre a gestão de talentos da empresa é durante as avaliações, na opinião de cerca de 50% dos entrevistados. Na média global, um quarto dos participantes acredita que nunca devem ser questionado sobre tal tema. Já no Brasil, a segunda opção com maior número de escolhas foi “durante entrevistas de novas contratações”.

Retenção versus Contratação – As “pratas da casa” são o principal foco dos programas de gestão de talento das empresas de todos os países do levantamento. Ainda que o foco seja a retenção e desenvolvimento de funcionários atuais, os números mostram que os programas de gestão no Brasil e Itália são os mais preocupados com a contratação/atração de talentos. “O Brasil vive um momento peculiar de mercado altamente aquecido. Por essa razão as empresas precisam manter os melhores talentos e ao mesmo ter fôlego para novas contratações”, explica Ricardo Bevilacqua, diretor da Robert Half para a América Latina.

As empresas brasileiras e de Dubai se assemelham com relação à existência de processos para identificação de profissionais de alto potencial internamento. Para 51% dos entrevistados do Brasil e 74% dos participantes de Dubai essa é a realidade das companhias onde atuam. Em contraponto, 70% dos checos, 57% dos belgas e 53% dos alemães não observam este tipo de programa em suas empresas.

De tudo um pouco – No momento de escolher o principal critério de definição de um profissional de alta potencial nas empresas, o estudo mostra que os pesquisados se dividiram de forma semelhante entre as opções. Na média global, os principais critérios escolhidos foram habilidades técnicas (21%), mentalidade inovadora (20%), lealdade e dedicação (18%) e alta produtividade (16%). A preferência nacional é por lealdade e dedicação, de acordo com 26% dos participantes brasileiros. Os alemães, por outro lado, são os que mais valorizam as habilidades técnicas, segundo mais de um terço dos entrevistados.

No Brasil, homens e mulheres divergem sobre o item “habilidades técnicas”. Para 26% das entrevistadas este é o principal critério versus 13% da opinião masculina do país. Os franceses repetem a lógica dos brasileiros. Na França, 17% dos homens crêem que habilidades técnicas é o principal fator ante 27% das francesas.

Projetos temporários - Aproximadamente três a cada dez entrevistados de Brasil, Itália e Holanda consideram contratar um CFO temporário até o novo CFO começar ou até a identificação de um sucessor para o cargo. Os três países se destacam entre os mais propensos a realizar a contratação temporária. “Aos poucos as barreiras culturais estão caindo. O Brasil possui profissionais altamente qualificados capazes de assumir projetos e executá-los com excelência”, afirma Sócrates Melo, gerente sênior da Robert Half. “Este movimento gerar um ciclo virtuoso e as empresas também passam a enxergar os benefícios de um profissional que neste momento de equipes com alta carga de trabalho conseguem até mesmo motivar os times em que atuam”, completa.

Para a maioria dos participantes de todos os países, o fato de a empresa preferir esperar e treinar pessoas internas para estarem preparadas para a função é a principal razão para não considerarem a opção de contratação temporária. Além desse fator, para quase metade dos brasileiros a proteção de dados e informações da empresa são outro impedimento.

O gerenciamento de projetos sem alguém responsável e a motivação do time a medida que a empresa se antecipação providenciar um reforço imediato são os principais benefício na contratação de um profissional temporário de finanças e contabilidade, aponta um a cada cinco entrevistados brasileiros. Na média mundial, o maior benefício para 16% dos participantes é a reposição de uma função chave.

Sobre a Robert Half
A Robert Half é a primeira e maior empresa de recrutamento especializado no mundo. Fundada em 1948, a empresa opera sete divisões no Brasil, selecionando executivos de finanças, contabilidade, mercado financeiro, engenharia, tecnologia, jurídico, marketing e vendas. A Robert Half tem mais de 350 escritórios presentes nos EUA e Canadá, Europa, Ásia, América Latina e Oceania.

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